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	<title>Garante do Vale</title>
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	<description>Cobrança das taxas de condomínio atrasadas em São José dos Campos / São Paulo</description>
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		<title>Manutenção elétrica predial: 5 itens para o síndico prestar atenção</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 17:07:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardoseens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A maior causa de incêndios e acidentes em prédios residenciais está ligada às más condições de conservação da rede elétrica. Para isso não acontecer, o síndico, como responsável civil pelo edifício, precisa gerenciar a manutenção elétrica predial adequada. Evidentemente, o melhor é agir preventivamente. Dessa forma, a manutenção elétrica predial e o reparo pode ser programado e o dinheiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="calcHeader">
<p style="text-align: justify;">A maior causa de incêndios e acidentes em prédios residenciais está ligada às más condições de conservação da rede elétrica. Para isso não acontecer, o síndico, como responsável civil pelo edifício, precisa gerenciar a manutenção elétrica predial adequada.</p>
</div>
<div>
<p style="text-align: justify;">Evidentemente, o melhor é agir preventivamente. Dessa forma, a manutenção elétrica predial e o reparo pode ser programado e o dinheiro provisionado. Além de serem mais caras, as obras emergenciais muitas vezes mexem diretamente no bolso de todos os condôminos.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>A seguir vamos apresentar 5 itens para o síndico prestar atenção na manutenção elétrica predial:</strong></h2>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Padrão de entrada desatualizado</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Nos prédios mais antigos é super comum ver quadros elétricos da entrada com fundos em madeira, medidores antiquados e sem fechadura segura.</p>
<p style="text-align: justify;">As normas atuais proíbem os fundos em madeira e exigem que todos os quadros devem possuir travas e sinalização adequada que informe risco de morte.</p>
<p style="text-align: justify;">Modernizar essas instalações é fundamental para manter todos em segurança.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Cabeamento em fio sólido</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Até a década de 90, muitos prédios ainda utilizavam fios sólidos em suas instalações das áreas comuns, que apesar de não trazerem nenhum prejuízo à instalação, acabam sendo inconvenientes por um único motivo: a dificuldade de manutenção.</p>
<p style="text-align: justify;">Por serem rígidos, torna-se quase impossível passar novos fios pelos conduites.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, se no seu prédio há a necessidade de aumentar a quantidade de circuitos, prepare-se para trocar todo o cabeamento por cabos flexíveis.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Ar condicionado</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Todo equipamento de ar condicionado precisa passar por manutenção periódica. Muitos síndicos cobram dos condôminos as providências e as evidências de que estão as realizando.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa manutenção, serão verificadas as condições de funcionamento dos aparelhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não hesite em contratar um profissional para fazer uma análise de todos os aparelhos instalados no edifício. Como síndico, você pode propor essa ação em assembleia para aprovação dos condôminos.</p>
<p style="text-align: justify;">Devem ser checadas as condições da instalação elétrica, se há disjuntor específico, se está bem dimensionado e se dentro do aparelho não existem fios corroídos.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Aumento da carga instalada</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Imagine um prédio de 1980. Naquela época, tinha em cada apartamento: uma televisão, uma geladeira, um aquecedor e uma lâmpada em cada cômodo.</p>
<p style="text-align: justify;">Aí, 20 anos depois, numa reforma ele ganha 25 pontos de lâmpadas, ar condicionado, hidromassagem, cafeteira, geladeira com água gelada, microondas e finalmente um forno elétrico de “zilhões” de watts.</p>
<p style="text-align: justify;">Sejamos sinceros: mesmo refazendo toda a instalação elétrica dentro do apartamento, os fios que ligam o quadro dele ao principal, bem como as chaves, que ainda são do tipo “faca”, continuam dimensionados para a infraestrutura de 1980.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, o novo disjuntor, super potente, não desarma quando houver sobrecarga, mas os fiozinhos que vem do térreo vão “torrar”.</p>
<p style="text-align: justify;">Modernize as instalações, contrate uma empresa séria e idônea, que forneça ART dos serviços executados.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>SPDA</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">O famoso para-raio. Toda instalação de prevenção de descarga atmosférica precisa de um laudo. Ele tem validade limitada e deve ser refeito de tempos em tempos. Somente assim, você garante o funcionamento do dispositivo protegendo os equipamentos e principalmente os moradores do edifício.</p>
<p style="text-align: justify;">Como você pôde perceber, ser síndico exige bastante responsabilidade e sobretudo atitudes proativas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse tema a princípio pode parecer um tanto quanto complicado, mas com a ajuda de um profissional qualificado, todos os problemas do prédio serão detectados, aí é só colocar as mãos à obra!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: FiberSals</strong></p>
</div>
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		<title>Valorização do condomínio: o que o síndico pode fazer</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 16:37:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardoseens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem várias iniciativas que se bem aplicadas garantem a valorização do condomínio. Veja o que o síndico pode fazer neste sentido. A valorização do condomínio é um objetivo comum entre moradores e administração. Afinal, além de preservar a boa convivência, um imóvel situado em um condomínio bem cuidado, organizado e financeiramente equilibrado tem maior potencial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Existem várias iniciativas que se bem aplicadas garantem a valorização do condomínio. Veja o que o síndico pode fazer neste sentido.</strong></p>
<div>
<div style="text-align: justify;">
<p>A valorização do condomínio é um objetivo comum entre moradores e administração.</p>
<p>Afinal, além de preservar a boa convivência, um imóvel situado em um condomínio bem cuidado, organizado e financeiramente equilibrado tem maior potencial de valorização no mercado.</p>
<p>Seja um síndico morador ou um síndico profissional, é essencial que ele compreenda que sua gestão impacta diretamente na imagem. E no valor patrimonial de cada unidade e do empreendimento como um todo.</p>
<p>Por mais que cada morador cuide com zelo de seu apartamento, se as áreas comuns estiverem mal conservadas, se as contas do condomínio estiverem em desequilíbrio ou se houver conflitos constantes entre vizinhos, os esforços individuais acabam ficando comprometidos.</p>
<p>Por isso, cabe ao síndico adotar práticas e iniciativas que, quando bem aplicadas, contribuem de forma decisiva para manter o condomínio valorizado.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>Valorização do condomínio: Principais medidas que o síndico pode colocar em prática</strong></p>
<p><strong>Manutenção das áreas comuns</strong></p>
<p>Um dos pontos mais visíveis para visitantes e potenciais compradores é a conservação das áreas comuns.</p>
<p>Piscina, salão de festas, academia, hall de entrada, jardins e garagens são cartões de visita do condomínio.</p>
<p>Se esses espaços estiverem limpos, funcionais e bem cuidados, transmitem uma impressão positiva imediata.</p>
<p>O síndico deve implementar um calendário de manutenção preventiva. Isso evita que problemas pequenos impactam na imagem e se tornem grandes prejuízos.</p>
<p>Elevadores, bombas hidráulicas e sistemas elétricos, por exemplo, devem ser inspecionados regularmente.</p>
<p>Além de aumentar a segurança e o conforto dos moradores, a manutenção constante reduz custos futuros com reparos emergenciais.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>Gestão financeira responsável</strong></p>
<p>A saúde financeira do condomínio é determinante para sua valorização. Um síndico que administra as contas com transparência, organiza relatórios periódicos e mantém a inadimplência sob controle garante que o condomínio consiga cumprir suas obrigações e planejar melhorias.</p>
<p>Além disso, uma boa gestão que saiba controlar as finanças atrai compradores. Já que ninguém deseja adquirir um imóvel em um condomínio endividado ou com taxa condominial elevada devido a má administração.</p>
<p>A clareza nas prestações de contas fortalece a confiança entre moradores e administração, elemento fundamental para a valorização do empreendimento.</p>
<p><strong>Projetos sustentáveis</strong></p>
<p>A sustentabilidade deixou de ser apenas um diferencial para se tornar um requisito em muitos condomínios.</p>
<p>O síndico pode investir em iniciativas como coleta seletiva de lixo, uso de lâmpadas LED, sensores de presença para iluminação, reaproveitamento de água da chuva e instalação de placas solares.</p>
<p>Essas medidas, além de reduzirem custos no médio e longo prazo, conferem ao condomínio uma imagem moderna e consciente. E alinhada às exigências de compradores e locatários que valorizam práticas ambientalmente responsáveis.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>Investimento em segurança</strong></p>
<p>Outro fator decisivo para a valorização do condomínio é a segurança.</p>
<p>Um condomínio que investe em portarias bem estruturadas, câmeras de monitoramento, sistemas de controle de acesso e treinamentos de equipe transmite tranquilidade aos moradores. E agrega valor aos imóveis.</p>
<p>Mais do que a instalação de equipamentos, a segurança depende de protocolos claros e do envolvimento dos próprios condôminos.</p>
<p>Cabe ao síndico conscientizar os moradores sobre boas práticas, como não liberar a entrada de desconhecidos sem identificação e respeitar os procedimentos de controle.</p>
<p><strong>Promoção de convivência sadia</strong></p>
<p>A boa convivência entre moradores também contribui para a valorização do condomínio.</p>
<p>Síndicos que estimulam o diálogo, promovem assembleias organizadas e mediadas com imparcialidade e incentivam atividades de integração — como festas, feiras ou ações de responsabilidade social — ajudam a construir um ambiente harmonioso.</p>
<p>Conflitos constantes ou a ausência de regras claras podem gerar uma imagem negativa do condomínio no mercado. Já um ambiente colaborativo e respeitoso aumenta o bem-estar e se reflete positivamente na valorização dos imóveis.</p>
</div>
<div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Modernização e inovação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com o tempo, alguns espaços ou serviços do condomínio podem se tornar obsoletos.</p>
<p style="text-align: justify;">O síndico que busca modernizar a infraestrutura, seja com a implantação de sistemas digitais de gestão, aplicativos de comunicação com moradores ou melhorias tecnológicas nas áreas comuns, mostra que o condomínio acompanha as tendências.</p>
<p style="text-align: justify;">Pequenas inovações, como Wi-Fi nas áreas comuns ou sistemas de reserva online para salão de festas e academia, tornam o espaço mais atrativo para futuros compradores ou locatários.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Comunicação clara e eficiente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, uma boa comunicação é um dos pilares da valorização do condomínio. O síndico deve manter os moradores informados sobre decisões, obras, investimentos e problemas a serem resolvidos.</p>
<p style="text-align: justify;">A transparência na comunicação evita mal-entendidos e fortalece o senso de comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Boletins informativos, grupos de mensagens ou plataformas de gestão condominial são ferramentas que auxiliam nesse processo. Moradores bem informados tendem a se engajar mais e apoiar iniciativas de melhoria.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>via tudocondo.com.br</strong></p>
</div>
</div>
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		<title>Vaga de garagem de condomínio precisa ter tamanho mínimo? Entenda a lei</title>
		<link>https://www.garantedovale.com.br/vaga-de-garagem-de-condominio-precisa-ter-tamanho-minimo-entenda-a-lei/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 20:59:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardoseens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O que dizem as normas técnicas sobre as dimensões em prédios residenciais e como garantir que o espaço na sua vaga seja funcional e seguro Estacionar no prédio pode ser um teste de paciência e destreza, independente do tamanho do seu carro. Você com certeza já conversou com alguém ou teve a percepção que as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="calcHeader">
<div>
<p><strong>O que dizem as normas técnicas sobre as dimensões em prédios residenciais e como garantir que o espaço na sua vaga seja funcional e seguro</strong></p>
</div>
</div>
<div>
<p>Estacionar no prédio pode ser um teste de paciência e destreza, independente do tamanho do seu carro. Você com certeza já conversou com alguém ou teve a percepção que as vagas de garagem estão diminuindo, certo? Em muitos condomínios, as vagas parecem ter sido desenhadas para carros compactos da década de 80, quando modelos como Chevette, Uno e Gol eram padrão nas garagens brasileiras.</p>
<p>Prédios mais antigos realmente foram projetados para abrigar veículos do passado, muito menores que os atuais, representando um desafio para quem quer estacionar hoje com SUVs, picapes e sedãs cada vez mais largos e compridos. O resultado disso é pouco espaço para abrir as portas e manobrar. E, por vezes, aquelas batidinhas e raspadas que irritam qualquer um.</p>
<p>Essa mudança no perfil da nossa frota explica por que tantas pessoas se decepcionam ao perceber que a vaga de garagem do apartamento comprado ou alugado não comporta o carro com folga. <strong>Mas, afinal, existe um tamanho mínimo que a vaga precisa ter por lei?</strong> A resposta passa por um quebra-cabeça de normas técnicas, códigos municipais e contratos de compra e venda e entender isso é essencial para evitar conflitos.</p>
<div>
<div data-block-type="raw" data-block-weight="7" data-block-id="7">
<div>
<p><strong>Não há lei federal que defina medidas</strong></p>
</div>
</div>
</div>
<div>
<div data-block-type="unstyled" data-block-weight="72" data-block-id="8">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Ao contrário do que muitos pensam, não existe uma legislação federal que determine as dimensões mínimas de uma vaga de garagem. <strong>Fernanda Zucare, advogada do Zucare Advogados Associados</strong>, esclarece: “A <strong>Lei nº 12.607/2012</strong>, que alterou o Código Civil, trata de questões jurídicas, como a possibilidade de vender a vaga separadamente do apartamento, mas não fala em dimensões. A definição fica a cargo das prefeituras e de normas técnicas como as da ABNT”.</p>
</div>
</div>
<div>
<div data-block-type="unstyled" data-block-weight="63" data-block-id="9">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Construtoras e engenheiros costumam seguir como referência a <strong>ABNT NBR 9050</strong>, norma voltada à acessibilidade, mas que também define parâmetros para vagas comuns. Para veículos de passeio, a recomendação mínima é de <strong>2,50 metros de largura por 5 m de comprimento</strong>. Já para veículos maiores, como SUVs e picapes, <strong>a largura pode chegar a 2,70 m e o comprimento, a 5,50 m</strong>.</p>
<div>
<div data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="12">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">No caso de vagas acessíveis, a exigência aumenta para <strong>3,50 m de largura, incluindo uma faixa lateral de 1,20 m de cada lado para circulação de cadeirantes</strong>. “Essas medidas são pensadas para permitir não só o estacionamento, mas também o conforto e a segurança ao entrar e sair do veículo”, reforça Zucare.</p>
</div>
</div>
<div>
<div data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="13">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Na prática, mesmo com a recomendação mínima aplicada, fica apertado ter espaço se seu carro não é um compacto. Abaixo <strong>comparamos três modelos de tamanhos diferentes nas medidas recomendadas pela ABNT</strong> e no tamanho mínimo, nem mesmo o Fiat Mobi teria 30 cm livres em cada uma das laterais para circulação e abertura de portas. <strong>Veja:</strong></p>
<h3>Veículos compactos e médios X Medida das vagas ABNT</h3>
<div>
<div>
<table width="1213">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td>Vaga Mínima ABNT</td>
<td>Vaga SUV ABNT</td>
<td>Vaga Acessível ABNT</td>
<td>Fiat Mobi</td>
<td>Renault Kardian</td>
<td>Jeep Commander</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento</td>
<td>5,00 m</td>
<td>5,50 m</td>
<td>5,50 m</td>
<td>3,56 m</td>
<td>4,12 m</td>
<td>4,77 m</td>
</tr>
<tr>
<td>Largura</td>
<td>2,50 m</td>
<td>2,70 m</td>
<td>3,50 M + faixa de 1,20 m</td>
<td>1,63 m</td>
<td>1,74 m</td>
<td>1,86 m</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div>
<div>Fonte: Fabricantes e ABNT NBR 9050</div>
</div>
</div>
<div>
<div>
<div data-block-type="raw" data-block-weight="8" data-block-id="17">
<div>
<h2><strong>Códigos de obras mudam de cidade para cidade</strong></h2>
</div>
</div>
</div>
<div>
<div data-block-type="unstyled" data-block-weight="82" data-block-id="18">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Se a ABNT serve como referência e guia, é o <strong>Código de Obras e Edificações</strong> de cada município que dita a regra oficial. “Há cidades que exigem exatamente as dimensões da ABNT, enquanto outras reduzem ou aumentam as medidas, dependendo do perfil urbano e da disponibilidade de espaço. É por isso que o tamanho de vaga aprovado em São Paulo pode ser diferente do autorizado no Rio de Janeiro ou em Belo Horizonte”, explica <strong>André Maluf Jacob, advogado do Fabio Kadi Advogados</strong>.</p>
</div>
<div>
<div data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="20">
<div>
<div data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="20">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"><strong>Nos projetos novos, o respeito a essas dimensões é obrigatório</strong>. Caso contrário, o empreendimento pode ter o alvará ou o Habite-se negados. <strong>Já nos prédios antigos, prevalecem as regras da época em que foram construídos</strong>. “A adaptação só se torna obrigatória se houver reforma ou ampliação que altere a garagem”, completa <strong>Victor Croce, do Bruno Boris Advogados</strong>.</p>
</div>
</div>
<div>
<div data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="21">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A arquiteta <strong>Natália Vieira da Silva</strong> lembra que, mesmo em prédios antigos, a percepção de espaço mudou e que “vagas projetadas há 30 ou 40 anos não previam SUVs ou carros elétricos. Hoje, a largura mínima recomendada deve considerar não apenas o carro, mas também a abertura confortável das portas e a circulação segura ao redor”.</p>
<div>
<div data-block-type="raw" data-block-weight="9" data-block-id="24">
<div>
<h2><strong>Quando a vaga é menor do que o prometido</strong></h2>
</div>
</div>
</div>
<div>
<div data-block-type="unstyled" data-block-weight="82" data-block-id="25">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A frustração maior acontece quando o comprador descobre que a vaga recebida não bate com o que foi anunciado na planta ou no contrato. Nesses casos, há possibilidade de ação judicial. <strong>Jefferson Leão Pires, do Poliszezuk Advogados</strong>, afirma que se “a vaga não atende ao tamanho descrito no contrato ou inviabiliza o uso pleno, o proprietário pode pedir abatimento no valor ou indenização. Já vimos casos em que o morador não conseguia estacionar o próprio carro sem invadir a vaga vizinha”.</p>
</div>
</div>
<div>
<div data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="26">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Antes de recorrer à Justiça, muitos condomínios tentam resolver internamente, com troca de vagas entre moradores ou aluguel de espaços extras. Mas, para evitar dores de cabeça, o ideal é medir a vaga antes da compra e confirmar se ela comporta o veículo atual ou o que o comprador pretende ter no futuro.</p>
<div>
<div data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="29">
<div>
<h2><strong>O impacto dos carros elétricos</strong></h2>
</div>
</div>
</div>
<div>
<div data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="30">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A chegada dos veículos elétricos e híbridos traz novos desafios. A instalação de pontos de recarga exige atenção a normas específicas, como a <strong>NBR 13570</strong> e as regulamentações dos corpos de bombeiros, que tratam de segurança elétrica e prevenção contra incêndio.</p>
<div>
<div data-block-type="unstyled" data-block-weight="64" data-block-id="32">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">“Além de caber o carro, a vaga precisa permitir circulação segura, acomodação do carregador e fácil acesso ao ponto de energia. Isso pode significar reposicionar vagas ou adaptá-las com mais espaço lateral”, alerta Zucare. Em alguns condomínios, a adaptação é feita de forma coletiva, com estações compartilhadas; em outros, cada morador deve instalar seu próprio ponto, respeitando o espaço e a segurança da área.</p>
</div>
</div>
<div>
<div data-block-type="backstage-photo" data-block-id="33">
<div>
<div>Natália Vieira reforça que o planejamento deve ser antecipado em novos empreendimentos. “Ao projetar novas garagens, é importante prever a infraestrutura elétrica e o espaço extra para os carregadores, evitando obras caras e complexas no futuro”, comenta a arquiteta.</div>
<div>
<div>
<div data-block-type="raw" data-block-weight="7" data-block-id="36">
<div>
<h2><strong>Inovação com vagas maiores e mais confortáveis</strong></h2>
</div>
</div>
</div>
<div>
<div data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="37">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Alguns empreendimentos já identificam os problemas e inconveniências e começam a oferecer soluções diferenciadas para atender o perfil atual da frota e a demanda por conforto e versatilidade. A <strong>Construtora Patriani</strong>, por exemplo, criou uma vaga com dimensões generosas, capazes de acomodar SUVs e picapes grandes.</p>
</div>
</div>
<div>
<div data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="38">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">As laterais são totalmente fechadas, oferecendo mais proteção, e há ainda depósito privativo que pode servir para armazenar objetos ou funcionar como uma pequena oficina doméstica. “A <strong>vaga estilo Steve Jobs</strong> vai muito além do padrão de mercado, oferecendo mais espaço, proteção e versatilidade para o dia a dia das famílias”, afirma <strong>Bruno Patriani, Presidente da construtora</strong>.</p>
</div>
</div>
<div>
<div data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="39">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A vaga já foi aplicada em empreendimentos de alto padrão, com valores acima de R$ 1,5 milhãos em Santo André, Indaiatuba e Sorocaba com três vagas por apartamento sendo uma delas nesse novo conceito. Além do espaço físico, as vagas “Steve Jobs” têm buscado integrar tecnologia e conforto, como infraestrutura elétrica individualizada, hall privativo, elevadores regenerativos e áreas comuns sustentáveis.</p>
<div>
<div data-block-type="raw" data-block-weight="8" data-block-id="41">
<div>
<h2><strong>Checklist para escolher (ou cobrar) a vaga certa</strong></h2>
</div>
</div>
</div>
<div>
<div data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="42">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Ao avaliar um imóvel, vale seguir uma lista prática para evitar arrependimentos:</p>
</div>
</div>
<div>
<div data-block-type="raw" data-block-weight="58" data-block-id="43">
<ul data-mrf-recirculation="Box Leia também">
<li>Meça a vaga no local ou verifique na planta aprovada;</li>
<li>Confirme o tipo da vaga: fixa, rotativa ou coletiva;</li>
<li>Analise o entorno: colunas, paredes e pilares podem dificultar a abertura das portas;</li>
<li>Teste a manobra com o carro atual ou similar;</li>
<li>Considere o futuro: se pensa em trocar por um modelo maior ou elétrico, avalie essa possibilidade agora.</li>
</ul>
<p>“O tamanho da vaga influencia diretamente no conforto, na segurança e até no valor de revenda do imóvel. É um detalhe que muitos ignoram na negociação, mas que pode pesar muito no dia a dia”, conclui Croce.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> autoesporte</p>
</div>
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		<title>Quando o condomínio é responsável por danos causados por terceiros</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 14:47:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardoseens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Se a área comum não estava devidamente organizada, ou se não havia sinalização de piso molhado, por exemplo, o condomínio pode ser responsabilizado Imagine a seguinte situação: um morador tem seu carro riscado por um prestador de serviço que atuava no prédio, ou um entregador derruba e quebra um objeto pessoal de outro condômino nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="calcHeader">
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<p style="text-align: justify;"><strong>Se a área comum não estava devidamente organizada, ou se não havia sinalização de piso molhado, por exemplo, o condomínio pode ser responsabilizado</strong></p>
</div>
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<div id="content_post" style="text-align: justify;">
<p>Imagine a seguinte situação: um morador tem seu carro riscado por um prestador de serviço que atuava no prédio, ou um entregador derruba e quebra um objeto pessoal de outro condômino nas áreas comuns.</p>
<p>Nesses casos, surge a dúvida: <strong>o condomínio pode ser responsabilizado pelos danos causados por terceiros</strong>?</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A resposta não é tão simples e depende de uma análise criteriosa de cada situação. Porém, há princípios jurídicos que orientam a responsabilidade do condomínio e que devem ser observados tanto pelos moradores quanto pelos gestores condominiais.</p>
<p id="h-responsabilidade-civil-do-condominio" style="text-align: justify;"><strong>Responsabilidade civil do condomínio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Código Civil (art. 927), <em>“aquele que, por ato ilícito, causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo”</em>. Isso inclui também o condomínio, na figura de pessoa jurídica representada pelo síndico.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“O condomínio pode ser responsabilizado quando o dano decorre de falha na sua obrigação de zelar pela segurança, manutenção e administração das áreas comuns”</em>, explica <strong>Felipe Faustino</strong>, advogado especialista em direito condominial.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Isso vale mesmo quando o ato foi praticado por terceiros, como funcionários terceirizados, visitantes ou prestadores de serviço, se ficar comprovada a omissão ou negligência na supervisão”.</em></p>
<p id="h-exemplos-praticos" style="text-align: justify;"><strong>Exemplos práticos</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Funcionário terceirizado danifica veículo<br />
</strong> Se um porteiro, zelador ou vigilante contratado pelo condomínio danifica o carro de um morador ao manobrá-lo, o condomínio poderá ser responsabilizado, pois responde pelos atos de seus prepostos.</li>
<li><strong>Entregador derruba item pessoal no hall<br />
</strong> Se a área comum não estava devidamente organizada, ou se não havia sinalização de piso molhado, por exemplo, o condomínio pode ser responsabilizado por omissão no dever de manutenção e segurança.</li>
<li><strong>Obra nas áreas comuns causa prejuízo a apartamento<br />
</strong> Durante uma obra feita pelo condomínio, se há vazamento ou dano ao interior de uma unidade, o condomínio responde diretamente, mesmo que o erro tenha sido de um empreiteiro contratado.</li>
</ul>
<p id="h-quando-o-condominio-nao-e-responsavel" style="text-align: justify;"><strong>Quando o condomínio não é responsável</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O condomínio <strong>não pode ser responsabilizado</strong> quando:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>O dano foi causado dentro da unidade autônoma sem ligação com a administração;</li>
<li>O morador contratou diretamente um prestador de serviço (ex: eletricista particular) que causou o prejuízo;</li>
<li>A vítima contribuiu decisivamente para o próprio dano (culpa exclusiva da vítima);</li>
<li>Houve caso fortuito ou força maior, como eventos naturais imprevisíveis.</li>
</ul>
<p id="h-o-que-diz-a-jurisprudencia" style="text-align: justify;"><strong>O que diz a jurisprudência</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Decisões dos tribunais têm reforçado que <strong>a responsabilidade do condomínio se caracteriza quando há falha no dever de vigilância, fiscalização ou manutenção</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo disso é a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) no processo 1034719-61.2020.8.26.0002, onde o condomínio foi condenado a indenizar um morador após seu carro ser danificado por funcionário terceirizado que atuava sob supervisão do síndico.</p>
<p id="h-como-agir-em-caso-de-dano" style="text-align: justify;"><strong>Como agir em caso de dano</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Faustino orienta:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Faça um <strong>registro imediato</strong> do ocorrido, com fotos, vídeos e testemunhas;</li>
<li>Informe à administração por <strong>escrito</strong>, protocolando a reclamação;</li>
<li>Verifique se o condomínio possui <strong>seguro de responsabilidade civil</strong> (muitos já incluem esse tipo de cobertura);</li>
<li>Caso não haja acordo, o morador pode buscar <strong>indenização judicial</strong>, inclusive com base no Código de Defesa do Consumidor, se caracterizada relação de consumo.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O condomínio pode, sim, ser responsabilizado por danos causados por terceiros, desde que haja vínculo com sua gestão, omissão no dever de zelo ou falha na fiscalização.</p>
<p style="text-align: justify;">A boa gestão passa por garantir regras claras de circulação, contratos bem elaborados com prestadores e orientação contínua aos funcionários sobre suas atribuições.</p>
<p style="text-align: justify;">Para evitar litígios, o síndico deve agir com transparência, manter seguros atualizados e criar protocolos de prevenção afinal, a segurança e o bem-estar dos moradores dependem de uma administração diligente e comprometida com a coletividade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> O Antagonista</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Como funcionam as eleições para síndico de condomínio?</title>
		<link>https://www.garantedovale.com.br/como-funcionam-as-eleicoes-para-sindico-de-condominio/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 20:49:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardoseens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A candidatura é um importante instrumento que deve ser utilizado para a escolha de representantes em qualquer conjunto predial. Veja dicas para se eleger um gestor “Eu vou chamar o síndico!” A frase da música WBrasil, de Jorge Ben Jor, também faz parte da rotina dos condomínios. Afinal, o gerente predial é a pessoa encarregada de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="calcHeader">
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<p style="text-align: justify;"><strong>A candidatura é um importante instrumento que deve ser utilizado para a escolha de representantes em qualquer conjunto predial. Veja dicas para se eleger um gestor</strong></p>
</div>
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<div>
<p id="E97" style="text-align: justify;">“Eu vou chamar o síndico!” A frase da música WBrasil, de Jorge Ben Jor, também faz parte da rotina dos condomínios. Afinal, o gerente predial é a pessoa encarregada de administrar o edifício. É ele quem gere os fundos de reserva e garante o cumprimento das regras estabelecidas, ajudando a manter a ordem, limpeza, segurança e disciplina.</p>
<p id="E123" style="text-align: justify;">Nos tempos de pandemia, por exemplo, o gestor precisa assegurar que os condôminos estão cumprindo as regras de distanciamento social e uso de máscara nas áreas comuns. A pessoa que exerce a função é escolhida por meio das eleições para síndico. A votação, por sua vez, é regulamentada pela seção II do Código Civil. Utilizamos essa legislação para responder às principais dúvidas sobre o assunto. Confira.</p>
<h2 id="E135" style="text-align: justify;">Como são realizadas as eleições?</h2>
<p id="E139" style="text-align: justify;">O artigo 1.347 do Código Civil estabelece que as eleições para síndico devem ser realizadas em assembleia composta pelos próprios moradores. Os candidatos podem ou não residir no condomínio. Neste último caso, é comum a contratação de um profissional para ocupação do cargo. De toda forma, o escolhido exercerá a função por no máximo dois anos, quando deve ser realizada nova votação, da qual ele pode participar novamente para tentar a reeleição.</p>
<h3 id="E143" style="text-align: justify;">Quem pode se candidatar?</h3>
<p id="E147" style="text-align: justify;">Qualquer pessoa pode exercer a função de gestor. Isso inclui locatários, desde que estejam devidamente autorizados pelo proprietário por meio de procuração (é o que diz a Lei do Inquilinato). Mesmo que estabeleçam outras regras para eleição, os regimentos condominiais não podem ser levados em consideração em detrimento da legislação.</p>
<p id="E156" style="text-align: justify;">Melhor então perguntar: quem não pode ser síndico? O Artigo 1.335 da legislação impede que inadimplentes assumam o cargo e participem de reuniões da assembleia. Diretores de faculdade e colégios, magistrados e grão mestres da maçonaria também não podem se eleger, nem enquanto moradores, nem como gestores profissionais.</p>
<h3 id="E161" style="text-align: justify;">Como é organizada a eleição para síndico?</h3>
<p id="E166" style="text-align: justify;">Primeiro, ocorre uma assembleia de moradores para a escolha dos candidatos. É o momento em que os moradores têm de mostrar interesse, caso queiram ocupar a função. Todos devem ser avisados sobre a realização do evento com antecedência de 30 dias para que possam se preparar e participar.</p>
<p id="E172" style="text-align: justify;">A eleição para síndico poderá ser marcada para outra assembleia, na qual todos os moradores podem votar, exceto inadimplentes. Inquilinos votam se tiverem uma procuração do proprietário que os autorizam. Os candidatos podem usar o intervalo entre a primeira assembleia e a data da votação para fazer sua campanha e divulgar propostas, desde que não infrinjam as regras do condomínio.</p>
<h3 id="E180" style="text-align: justify;">O síndico elegido pode ser tirado do cargo?</h3>
<p id="E185" style="text-align: justify;">Sim, desde que comprovadas as causas da solicitação da exoneração, como má administração, ausência de prestação de contas ou práticas de irregularidades. Logo em seguida, os moradores podem fazer uma nova eleição para síndico.</p>
<p id="E189" style="text-align: justify;">Mas para efetivar a destituição do cargo, também é necessária a convocação de uma assembleia de moradores, que deve ser feita pelo atual gerente. Caso ele se recuse, a reunião pode acontecer se tiver o apoio de ¼ dos moradores. É o que diz o parágrafo 1 do artigo 1350 do Código Civil.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: Estadão</strong></p>
</div>
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		<title>Imprudência é a maior causa de acidentes com elevadores</title>
		<link>https://www.garantedovale.com.br/imprudencia-e-a-maior-causa-de-acidentes-com-elevadores/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 13:44:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardoseens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A imprudência é a principal causa de acidentes com elevadores, destacando a necessidade de maior conscientização dos usuários. Acidentes com elevadores noticiados nos últimos dias têm levantado a questão da segurança desses equipamentos e a responsabilidade de condomínios prediais em relação à conservação e manutenção. Porém, atitudes imprudentes, muitas vezes causadas por pressa, impaciência e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="calcHeader">
<div>
<p style="text-align: justify;"><strong>A imprudência é a principal causa de acidentes com elevadores, destacando a necessidade de maior conscientização dos usuários.</strong></p>
</div>
</div>
<div>
<p style="text-align: justify;">Acidentes com elevadores noticiados nos últimos dias têm levantado a questão da segurança desses equipamentos e a responsabilidade de condomínios prediais em relação à conservação e manutenção. Porém, atitudes imprudentes, muitas vezes causadas por pressa, impaciência e desatenção, tendem a ser as principais causas de acidentes graves.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso, no entanto, não tira o peso e a importância das manutenções regulares, que devem ser executadas por profissionais qualificados e obedecer às normas de segurança.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem reforça isso é o engenheiro Sergio Castanheira, Gerente de Produção da Acro Cabos. O especialista explica que, estatisticamente, elevadores são o meio de transporte mais seguro que existe, apesar de ser também um dos que mais causa receio nas pessoas.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>“É até natural e compreensível o amedrontamento que este equipamento provoca, já que usar um elevador mexe com duas fobias muito comuns: a acrofobia, que é o medo de altura; e a claustrofobia, que é o medo de lugares fechados”, explica Castanheira.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Queda improvável</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Embora o imaginário popular em relação a acidentes com elevadores tenha como principal cenário o rompimento de cabos e a queda da cabine, o especialista afirma que este é o tipo de acidente mais raro que existe. Isso porque a mecânica de funcionamento e os dispositivos de segurança que existem hoje tornam improvável uma queda sem freios. Além disso, por funcionar com um sistema de contrapesos, uma falha no maquinário de tração tenderia a fazer o elevador subir em vez de cair.</p>
<p style="text-align: justify;">A maioria dos acidentes, na verdade, estão relacionados à imprudência na utilização dos equipamentos, algumas vezes combinada com uma falha temporária. No caso das chamadas portas batentes – que precisam ser puxadas manualmente por quem vai entrar – é comum as pessoas puxarem a porta como forma de saber se a cabine está no andar ou mesmo antes do destravamento durante a abertura da porta interna. Acontece que isso tende a desgastar e, com o tempo, até mesmo quebrar essa trava, o que pode ocasionar uma queda no poço de alguém desatento.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros acidentes comuns causados por imprudência e desatenção estão relacionados a pessoas com membros presos na porta, tropeços quando o elevador para desnivelado do pavimento, pessoas sem treinamento tentando resgatar pessoas presas antes da chegada dos bombeiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Há ainda o exemplo de crianças que ficam pulando dentro do elevador e muitas vezes isso provoca a sua paralização. O motivo é que, por segurança, o assoalho foi projetado para sofrer uma leve deformação em caso de excesso de peso e quando isso acontece há o contato com um dispositivo que paralisa o elevador como forma de prevenir acidentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Manutenção deve ser mensal</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A manutenção regular, contudo, continua sendo o principal fator de segurança para elevadores. Este é um procedimento que precisa ser feito mensalmente e que, quando bem executado, garante o funcionamento do equipamento sem qualquer risco. Para isso, é necessário que a gestão do prédio siga as instruções do técnico e faça as substituições de peças quando necessárias.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao rompimento de cabos, o especialista esclarece que isso é extremamente raro. Primeiro, porque elevadores são suspensos por um conjunto de cabos e não por apenas um; segundo, porque a capacidade desses cabos é sempre muitas vezes superior à carga máxima de operação. Por fim, uma parte da manutenção é a inspeção regular de todo o conjunto de cabos de aço e das polias que os movimentam. É uma avaliação minuciosa de toda a extensão do material, verificando o estado de conservação, deformidades e desgastes.</p>
<p style="text-align: justify;">Para se ter uma ideia, o cabo de aço mais usual em elevadores comuns de até cinco pessoas tem cerca de 10 milímetros, o que dá uma resistência de mais de quatro toneladas. Elevadores utilizam, no mínimo, um conjunto de três cabos, o que dá uma capacidade muito superior a 12 toneladas, sendo que a cabine, com toda sua estrutura interna, dificilmente ultrapassa 2,5 toneladas”, ilustra o engenheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da segurança proporcionada pelos cabos, a queda da cabine também é improvável por causa de um sistema de segurança que foi inventado em 1850 por Elisha Graves Otis e representou um marco na evolução desse equipamento. Trata-se do regulador de velocidade associado a um sistema de cunhas projetado para impedir a queda da cabine. No entanto, como o mecanismo atua para uma redução de velocidade suave, se uma eventual descida acelerada ocorrer perto do fundo do poço, pode não haver tempo para uma desaceleração total e gradual. É por isso que há um sistema de amortecimento de impacto na base do poço.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>“Como nenhum sistema no mundo é 100% à prova de falhas, cabos podem se romper e freios podem falhar. No entanto, este é o cenário menos provável de todos, porque elevadores são desenhados com múltiplos recursos de segurança. O uso prudente e a atenção diante de eventuais falhas, além das manutenções regulares, são a melhor garantia de que seguirão sendo o meio de transporte mais seguro do mundo”, finaliza Castanheira.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: Terra</strong></p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Condomínio fechado: como lidar com as questões de convivência</title>
		<link>https://www.garantedovale.com.br/condominio-fechado-como-lidar-com-as-questoes-de-convivencia/</link>
		<comments>https://www.garantedovale.com.br/condominio-fechado-como-lidar-com-as-questoes-de-convivencia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 13:58:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardoseens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.garantedovale.com.br/?p=1415</guid>
		<description><![CDATA[Com algumas atitudes simples de cada morador, é possível melhorar a convivência em condomínio fechado. Veja algumas dicas. Viver em comunidade exige respeito mútuo, empatia e solidariedade. A convivência em condomínio fechado tem necessidades específicas. Portanto, algumas regras e atitudes favorecem um ambiente mais saudável. Vamos entender melhor este tema? Quanto maior o número de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Com algumas atitudes simples de cada morador, é possível melhorar a convivência em condomínio fechado. Veja algumas dicas.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Viver em comunidade exige respeito mútuo, empatia e solidariedade. A convivência em condomínio fechado tem necessidades específicas. Portanto, algumas regras e atitudes favorecem um ambiente mais saudável. Vamos entender melhor este tema?</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto maior o número de áreas comuns no empreendimento, mais indispensável o olhar atento aos problemas que podem aparecer envolvendo a convivência em condomínio fechado. Afinal, a maioria das pessoas que optam por viver numa comunidade assim busca por sossego, satisfação e tranquilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O combinado não é caro</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O bom senso varia de pessoa pra pessoa. As opiniões do que é certo ou errado se contradizem. Para evitar conflitos, o ideal é seguir as orientações descritas na Convenção e no Regimento Interno. Eles reúnem as principais normas de convivência e definem as situações para serem aplicadas advertências e multas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os assuntos mais sensíveis que mais geraram divergências e discórdia são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Regras referentes à utilização das áreas de lazer e demais espaços comuns;</li>
<li>Possibilidade de contratação de funcionários do condomínio para serviços particulares;</li>
<li>Procedimentos relacionados aos serviços oferecidos pelo condomínio;</li>
<li>Necessidade de um adulto na supervisão de crianças em áreas comuns;</li>
<li>Estabelecimento de dias e horários para obras, reformas e mudanças;</li>
<li>Recebimento de convidados;</li>
<li>Garantia da privacidade dos moradores;</li>
<li>Regras sobre os animais de estimação;</li>
<li>Regras de segurança.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Estes documentos respaldam a atuação do síndico e da administradora. Também ajudam os moradores a contribuírem para um clima positivo e boa convivência em condomínios fechados. Separamos aqui algumas dicas para sempre serem lembradas e praticadas!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>14 Dicas de boa convivência em condomínio fechado</strong></p>
<div>
<ol>
<li style="text-align: justify;">1. Seja cordial e educado com funcionários e vizinhança. Cumprimente as pessoas, dê passagem, converse amigavelmente e prefira o olho no olho na hora de resolver desavenças;</li>
<li style="text-align: justify;">2. Não facilite o acesso de pessoas desconhecidas sem autorização no condomínio. Isso ajuda a manter a sua segurança e de toda a comunidade condominial;</li>
<li style="text-align: justify;">3. Mudanças, transporte de compras maiores e de materiais de construção devem ocorrer segundo as regras preestabelecidas. Consulte-as;</li>
<li style="text-align: justify;">4. Reclamações sobre a atuação de funcionários do condomínio fechado devem ser direcionadas ao síndico. É ele quem gerencia o quadro de colaboradores;</li>
<li style="text-align: justify;">5. Não faça barulho antes das 8h e após às 22h. Mesmo no horário permitido, se esforce para não incomodar os vizinhos laterais. Evite ouvir som muito alto e realizar trabalhos com ruído excessivo dentro de casa;</li>
<li style="text-align: justify;">6. Os funcionários são contratados para os serviços que atendem ao condomínio de forma geral. Não é permitido a eles, a execução de serviços particulares dos moradores;</li>
<li style="text-align: justify;">7. A depender da idade, as crianças também devem conhecer e respeitar as regras do condomínio. Se brincando nas áreas comuns, como alamedas, brinquedoteca, piscina, playground, etc, elas precisam da supervisão de ao menos um adulto responsável;</li>
<li style="text-align: justify;">8. A preferência de circulação na garagem é sempre de quem está chegando e não de quem está saindo;</li>
<li style="text-align: justify;">9. Sempre respeite o limite de velocidade nas alamedas comuns do condomínio fechado. Cuidado ao estacionar seu carro na garagem ou em frente à sua casa. Fique atento também às faixas de pedestres;</li>
<li style="text-align: justify;">10. Você conhece e gosta do seu cachorro. Mas os vizinhos não estão acostumados com o seu pet. Para a segurança de todos, se seu animal é das raças consideradas bravas, como Pitbull ou Rottweiler, use sempre focinheira e correntes ao sair de casa;</li>
<li style="text-align: justify;">11. Agora, se o excesso de latidos do cachorro do vizinho incomoda sua família, pergunte aos demais moradores. Eles também se sentem incomodados? Feito isso, converse com os donos do cão. Se isso não resolver, formalize uma queixa junto ao síndico;</li>
<li style="text-align: justify;">12. Seu animal sujou o chão dos elevadores ou de outra área comum? Limpe! Antes de sair pra passear com seu cachorro, amarre uma sacolinha plástica na guia ou utilize um cata-caca. A coleta das fezes de seu pet evita o mau cheiro;</li>
<li style="text-align: justify;">13. Antes de realizar uma reforma na sua casa, consulte o síndico. O objetivo é entender se o reparo segue os laudos técnicos e o padrão estético e arquitetônico do empreendimento. Além de prestar contas sobre datas, horários e duração da movimentação dos prestadores de serviços;</li>
<li style="text-align: justify;">14. Seu lixo deve ser sempre bem embalado para não se romper facilmente e não exalar forte odor. Separe o lixo orgânico do lixo reciclável e garanta que seu condomínio dê o destino correto aos resíduos.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>via tudocondo.com.br/</strong></p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Animais no condomínio e o que considerar para evitar conflito</title>
		<link>https://www.garantedovale.com.br/animais-no-condominio-e-o-que-considerar-para-evitar-conflito/</link>
		<comments>https://www.garantedovale.com.br/animais-no-condominio-e-o-que-considerar-para-evitar-conflito/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 20:08:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardoseens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.garantedovale.com.br/?p=1420</guid>
		<description><![CDATA[A presença de animais em condomínios exige cuidados para garantir uma convivência harmoniosa e evitar conflitos entre os moradores. Os animais de estimação vêm sendo considerados novos “membros na família” e, consequentemente, integrantes da vida em condomínio. As convenções e demais regramentos não podem estabelecer uma proibição nesse sentido, pois isso viola o direito de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div>
<p style="text-align: justify;"><strong>A presença de animais em condomínios exige cuidados para garantir uma convivência harmoniosa e evitar conflitos entre os moradores.</strong></p>
</div>
</div>
</div>
<div>
<div>
<p style="text-align: justify;">Os animais de estimação vêm sendo considerados novos “membros na família” e, consequentemente, integrantes da vida em condomínio. As convenções e demais regramentos não podem estabelecer uma proibição nesse sentido, pois isso viola o direito de propriedade, garantido constitucionalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">O que pode ser feito é regular a presença de animais no condomínio, sem deixar de analisar a aplicação das regras ao caso concreto. Isso significa que, ainda que haja uma norma, sua aplicação muitas vezes precisa considerar situações do cotidiano que demandam adaptações.</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplificando: o regramento de um condomínio prevê que os animais de estimação somente podem circular em áreas comuns se estiverem no colo. Imagine que uma senhora de setenta anos mora sozinha no décimo andar e tem um cachorro de grande porte.</p>
<p style="text-align: justify;">A rigidez apenas resultaria numa contínua punição por descumprimento, mas será que é a única saída? Há situações nas quais uma negociação pode ser mais salutar que o embate sem fim. Pode ser proposto que ela ande com o animal no solo do condomínio até o acesso à via pública, desde que isso não comprometa a higiene, a segurança, a saúde e a inviolabilidade ao direito à paz e sossego dos demais condôminos. Há jurisprudência nesse sentido: TJSP – Ap. Cível n. 1029890-89.2021.8.26.0564 – 25a. Câm. Dir. Priv. – Ac. unânime – Rel.: Des. Carmen Lucia da Silva – Fonte: DJ, 31.05.2022.</p>
<p style="text-align: justify;">É o famoso bom senso, que precisa partir de todas as partes: do condomínio, na hora de elaborar e aplicar as normas, mas também dos moradores, que não podem se prevalecer do seu direito de propriedade como argumento para se esquivar de cumprir seus deveres.</p>
<p style="text-align: justify;">A pessoa que escolhe um determinado pet precisa também se dedicar a ele. Além de manter a higiene e a saúde em dia (básico), o tutor deve se comprometer com outros aspectos relacionados ao bem-estar do animalzinho. Seu cachorro está latindo demais? Tem várias dicas na internet que podem ajudar a criar uma rotina harmônica para todos. Caso seja necessário, busque auxílio profissional para entender o que está acontecendo.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso evita discórdias que podem ser eternizadas se o foco do problema não for sanado. E o foco não é o animal, mas pode ser a intolerância das pessoas, o descaso do tutor e até a falta de conhecimento dos envolvidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Penso que o ‘pobre’ cachorro compõe injustamente a lista dos “[sei lá quantos são] Cs do condomínio”, pois se há algum desajuste pode ser que esteja em condições desconfortáveis ou por qualquer outro motivo que irracionalmente ele não sabe como lidar, mas certamente há alguma alternativa que além do ciclo regramento-descumprimento-punição.</p>
<p style="text-align: justify;">Aos tutores, fica o recado: antes de escolher o tipo de pet, avalie se é compatível com o espaço disponível e, principalmente, se você dará conta de se responsabilizar pelo bem-estar do bichano.</p>
<p><strong>Escrito por:</strong></p>
<div>
<div style="text-align: justify;"><strong><a href="https://vivaocondominio.com.br/colunistas/karla-pluchiennik-moreira">Karla Pluchiennik</a> - Administradora pós-graduada em Direito Empresarial e Influência Digital, coach e practitioner em PNL, empresária e consultora de produtividade. Instagram: @karlapluch via vivaocondominio.com.br</strong></div>
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</div>
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		<title>É possível gerar renda para o condomínio? Sim, saiba como!</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 14:10:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardoseens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Se os valores arrecadados na cobrança mensal das taxas condominiais não são suficientes, há alternativas que podem gerar renda para o condomínio. Muitas vezes, os valores arrecadados por meio da cobrança mensal da taxa condominial não são suficientes para suprir o caixa. E muito menos para custear projetos especiais. Para equilibrar as finanças, além de uma boa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong style="text-align: justify;">Se os valores arrecadados na cobrança mensal das taxas condominiais não são suficientes, há alternativas que podem gerar renda para o condomínio.</strong></p>
<div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Muitas vezes, os valores arrecadados por meio da cobrança mensal da taxa condominial não são suficientes para suprir o caixa. E muito menos para custear projetos especiais. Para equilibrar as finanças, além de uma boa gestão financeira, é possível gerar renda para o condomínio.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<h2>Gestão financeira do condomínio: desafio constante</h2>
<p>Não é fácil manter em dia as muitas despesas e os custos fixos do condomínio. Afinal, nenhuma manutenção pode ser negligenciada.</p>
<p>Os projetos especiais também são demanda dos moradores que, além de novidades para seu bem-estar, querem a valorização do patrimônio.</p>
<p>Lembre-se que para implementar ações que visam gerar renda para o condomínio, é essencial que o síndico mantenha uma comunicação clara com os moradores. O consenso e a transparência nas decisões são cruciais para obter bons resultados.</p>
<p>Além disso, é importante avaliar as necessidades e interesses da comunidade para garantir que as iniciativas sejam bem recebidas e tragam benefícios para todos. Sem conflitos e desentendimentos.</p>
<h2>Ações que podem gerar renda para o condomínio</h2>
<h3>Aluguel de espaços comuns</h3>
<p>Geralmente, a utilização do salão de festas, espaço gourmet e churrasqueiras é exclusiva para moradores, de acordo com Regimento Interno. Porém, permitir o aluguel destes espaços comuns para externos pode gerar uma receita significativa.</p>
<p>Neste caso, é fundamental estabelecer regras claras sobre o uso e a manutenção dos espaços. Vale lembrar que outras áreas de lazer, como quadras de esportes ou salões de jogos também podem ser alugados, aumentando assim a receita do condomínio.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<h3>Espaços vagos</h3>
<p>O aluguel de garagens ou vagas ociosas também é uma opção de geração de renda para o condomínio. Se o empreendimento tiver vagas de garagem não utilizadas, elas podem ser alugadas para moradores ou pessoas de fora. Particularmente, em regiões com alta demanda por estacionamento, os valores cobrados podem surpreender.</p>
<p>Os condomínios costumam ter áreas disponíveis para depósitos. Espaços de armazenamento que não estão sendo utilizados podem ser alugados para moradores que precisam e empresas das redondezas.</p>
<h3>Publicidade</h3>
<p>Instalar painéis de publicidade ou totens em áreas comuns no alto dos prédios ou nas fachadas pode gerar renda adicional e com pouco esforço. É importante escolher anunciantes que não comprometam a estética do condomínio.</p>
<p>A publicidade digital também é alternativa a ser considerada se o condomínio tiver um site ou um aplicativo. Nestes também é possível vender espaço publicitário para empresas locais ou não.</p>
<h3>Antenas de telecomunicações</h3>
<p>Alugar espaço para a instalação de antenas de telecomunicações pode ser fonte de receita. Muitas operadoras estão dispostas a pagar por espaços em condomínios. A atenção aqui é conferir se a instalação não vai interferir na estrutura do prédio.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<h3>Eventos e atividades</h3>
<p>Organizar e promover eventos, feiras, bazares ou festas pode gerar renda por meio de taxas de participação ou venda de ingressos. A mesma ideia vale para a realização de cursos e oficinas, que podem ser oferecidos para moradores e comunidade, cobrando taxa de inscrição.</p>
<h2>Medidas para economizar e gerar caixa</h2>
<p>Com uma gestão financeira eficiente e a adoção de estratégias criativas, é possível controlar as finanças do condomínio, economizar e também criar um ambiente mais sustentável e colaborativo.</p>
<p>Há algumas iniciativas que podem ser muito bem-vindas para proteger o meio ambiente e que, paralelamente, acabam gerando economia ou fonte de renda. Confira:</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<h3>Monetização da coleta seletiva:</h3>
<p>O condomínio pode implementar um programa de coleta seletiva e vender materiais recicláveis, como papel, plástico e metal. Isso gera uma pequena renda e ainda reduz custos com a coleta de lixo.</p>
<p>A educação ambiental é a palavra de ordem para preservação da vida no planeta. Promover campanhas de conscientização entre os moradores sobre a importância da reciclagem pode aumentar a quantidade de materiais recicláveis e, consequentemente, a renda gerada.</p>
<h3>Eficiência energética:</h3>
<p>Você já pensou em adotar o uso de energia solar no seu condomínio? Investir em painéis solares pode reduzir significativamente a conta de energia. Em algumas situações, é possível gerar créditos com a distribuidora de energia.</p>
<p>A iluminação LED também traz economia para condomínio: Trocar lâmpadas convencionais por LEDs nas áreas comuns reduz o consumo de energia e os respectivos custos mensais.</p>
</div>
<div>
<h3 style="text-align: justify;">Manutenção preventiva:</h3>
<p style="text-align: justify;">Uma programação de manutenções preventivas e regulares bem feita e bem executada pode evitar gastos elevados com reparos emergenciais. Isso equilibra o orçamento.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Parcerias e convênios:</h3>
<p style="text-align: justify;">Você pode conseguir descontos em serviços por meio de parcerias com prestadores de serviços, como empresas de limpeza, segurança, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>via tudocondo.com.br</strong></p>
</div>
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		<title>7 decisões que o síndico não pode tomar sem assembleia</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 19:10:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardoseens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Embora tenha certa autonomia, principalmente para tratar de questões rotineiras ou emergenciais, há decisões que o síndico não pode tomar sem assembleia. Existem decisões que o síndico não pode tomar sem assembleia. Isso justamente para assegurar que nenhum direito coletivo ou individual seja comprometido. Afinal, a vida em condomínio é marcada pela convivência de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong style="text-align: justify;">Embora tenha certa autonomia, principalmente para tratar de questões rotineiras ou emergenciais, há decisões que o síndico não pode tomar sem assembleia.</strong></p>
<div>Existem decisões que o síndico não pode tomar sem assembleia. Isso justamente para assegurar que nenhum direito coletivo ou individual seja comprometido.</p>
<div style="text-align: justify;">
<p>Afinal, a vida em condomínio é marcada pela convivência de uma coletividade e pela necessidade de organização.</p>
<p>Nesse cenário, o síndico ocupa um papel central, funcionando como gestor e representante legal da comunidade.</p>
<p>Ele é responsável por administrar as finanças, zelar pela manutenção das áreas comuns e garantir que regras internas sejam respeitadas.</p>
<p>Mas, embora tenha certa autonomia, principalmente para tratar de questões rotineiras ou emergenciais, o síndico não pode agir de forma isolada em todas as situações.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<h2>Limites de atuação do síndico</h2>
<p>O Código Civil e a Convenção de Condomínio determinam os limites de atuação do síndico. Na prática, isso significa que ele pode decidir sozinho sobre manutenções simples, contratações de serviços básicos e medidas emergenciais que não possam esperar.</p>
<p>No entanto, quando se trata de mudanças estruturais, alterações de normas ou despesas de grande impacto, a decisão precisa ser democrática. E respaldada pelo voto dos moradores reunidos em assembleia.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<h2>Veja 7 decisões que o síndico não pode tomar sem assembleia:</h2>
<h3>Alterar o regimento interno</h3>
<p>O Regimento Interno do condomínio reúne as regras de convivência entre os moradores, tratando de questões como horários de silêncio, uso das áreas comuns, regras para animais de estimação, entre outros pontos do dia a dia.</p>
<p>Alterar esse documento sem ouvir os condôminos seria uma forma de impor mudanças unilaterais que afetam a rotina de todos. Por isso, qualquer modificação precisa ser discutida e aprovada em assembleia, respeitando o quórum exigido pela convenção.</p>
<h3>Modificar a convenção do condomínio</h3>
<p>A convenção é o “documento-mãe” do condomínio, estabelecendo normas de administração, divisão de despesas, atribuições do síndico e demais diretrizes fundamentais.</p>
<p>Alterações nesse documento são ainda mais sensíveis e demandam um quórum qualificado, geralmente de dois terços dos condôminos. Cabe ao síndico conduzir o processo e convocar a assembleia, mas nunca decidir sozinho sobre esse tipo de mudança.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<h3>Aprovar obras que não sejam emergenciais</h3>
<p>A legislação distingue os tipos de obras:</p>
<ul>
<li>Obras necessárias, como consertar um vazamento grave ou reforçar a estrutura do prédio, podem ser executadas pelo síndico em caráter emergencial. Mas com posterior prestação de contas.</li>
<li>Obras úteis, como instalar câmeras de segurança ou melhorar a iluminação e obras voluptuárias que trazem apenas embelezamento, como reformar a fachada para fins estéticos exigem aprovação em assembleia, com quóruns específicos.</li>
</ul>
<p>Portanto, qualquer obra que ultrapasse o caráter emergencial precisa do aval dos condôminos.</p>
<h3>Realizar gastos significativos</h3>
<p>Ainda que o síndico administre o orçamento mensal, ele não pode assumir compromissos financeiros de grande porte sem aprovação.</p>
<p>Gastos que ultrapassem a previsão orçamentária, ou que envolvam contratos de alto valor, precisam ser previamente deliberados em assembleia.</p>
<p>Essa regra garante transparência e impede que os moradores sejam surpreendidos com cobranças extras sem o devido debate.</p>
<h3>Alterar a destinação de áreas comuns</h3>
<p>Áreas comuns pertencem a todos os condôminos. Transformar o salão de festas em uma sala de reuniões, por exemplo, ou ceder parte da garagem para outra finalidade, só pode ser feito com autorização em assembleia.</p>
<p>Do contrário, o síndico estaria extrapolando suas funções e afetando direitos de propriedade dos moradores.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<h3>Restrições que afetam direitos individuais</h3>
<p>O síndico também não pode, por iniciativa própria, criar regras que limitem o uso dos apartamentos ou interfiram na vida privada dos condôminos.</p>
<p>Medidas como proibir visitantes, restringir reformas internas sem previsão em convenção, ou impor novas taxas arbitrárias, são ilegais sem o devido debate coletivo.</p>
<h3>Contratar ou demitir administradora sem aprovação</h3>
<p>Em muitos condomínios, o síndico conta com uma administradora para auxiliar na gestão financeira e documental. No entanto, a troca ou contratação desse tipo de serviço não deve ser feita sem a aprovação dos moradores.</p>
<p>Isso porque trata-se de uma decisão que afeta a forma como o condomínio será gerido no dia a dia.</p>
</div>
<div>
<h2 style="text-align: justify;">A importância da assembleia condominial</h2>
<p style="text-align: justify;">A assembleia é o espaço de participação democrática dentro do condomínio. É nela que todos os condôminos têm direito de voz e voto, podendo expressar suas opiniões e decidir sobre os rumos da coletividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o síndico ultrapassa os limites de sua atuação e toma decisões unilaterais em temas que dependem de assembleia, ele pode responder judicialmente e ser responsabilizado pelos prejuízos causados.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a assembleia garante transparência e legitimidade às decisões. Mesmo quando há divergências, o processo de votação e registro em ata serve como prova da legalidade da deliberação.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: tudocondo.com.br</strong></p>
</div>
</div>
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